quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Semiótica - Atividade 2

Play Station One
Esse "símbolo" é significativo pra mim, pois passei boa parte da minha infância jogando vídeo games. =D
Também acho bastante interessante o modo que o "s" fica como sombra do "p".

Semiótica - Atividade 1

A Semiótica (do grego semeiotiké ou "a arte dos sinais") ou Semiologia, nas ciências da linguagem, conforme sua origem (americana ou européia), é a ciência geral dos signos e da semiose que estuda todos os fenômenos culturais como se fossem sistemas sígnicos, isto é, sistemas de significação. Ambos os termos são derivado de "Semeion", que significa "signo", havendo desde a antiguidade uma disciplina médica chamada de "semiologia".
Mais abrangente que a lingüística, a qual se restringe ao estudo dos signos lingüísticos, ou seja, do sistema sígnico da linguagem verbal, esta ciência tem por objeto qualquer sistema sígnico - Artes visuais, Música, Fotografia, Cinema, Culinária, Vestuário, Gestos, Religião, Ciência, etc.
Surgiu, de forma independente, na Europa e nos EUA. Mais frequentemente, costuma-se chamar "Semiótica" à ciência geral dos signos nascidas do americano Charles Sanders Peirce e "Semiologia" à vertente européia do mesmo estudo, as quais tinham metodologia e enfoques diferenciados entre si[1].
Na vertente européia o signo assumia, a princípio, um caráter duplo, composto de dois planos complementares - a saber, a "forma" (ou "significante") e o "conteúdo" (ou "significado") - logo a semiologia seria uma ciência dupla que busca relacionar uma certa sintaxe (relativa à "forma") a uma semântica (relativa ao "conteúdo").
Mais complexa que a vertente européia, em seus princípios básicos, a vertente peirciana considera o signo em três dimensões, sendo o signo, para esta, "triádico". Ocupa-se do estudo do processo de significação ou representação, na natureza e na cultura, do conceito ou da idéia.
Posteriormente, teóricos europeus como Roland Barthes e Umberto Eco preferiram adotar o termo "Semiótica", em vez de "Semiologia", para a sua teoria geral dos signos, tendo, de fato, Eco se aproximado mais das concepções peircianas do que das concepções européias de origem em Saussure e no Estruturalismo de Roman Jakobson.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Reflexão sobre MED do final do semestre

Inicialmente tivemos algumas dificuldades como todos os grupos. Pensamos em várias ideias e achavamos que daria pra cumprir todas elas no prazo estipulado pelos professores. Enfim chegamos a uma ideia final e lutamos para que ela fosse realizada com êxito. Consegiumos e gostamos do resultado obtido e gostaríamos que todos tenham gostado também.
Nosso jogo “Aprendendo a Ajudar” foi desenvolvido com o intuito de atender ao máximo todas as disciplinas deste semestre. Uma das disciplinas mais visadas foi comunicação visual, já que um trabalho visualmente agradável acaba contribuindo na aceitação do produto e também na avaliação dos outros professores. Nós tivemos muito cuidado com as fontes escolhidas, com as cores utilizadas, com a disposição dos elementos gráficos nos cenários, pontos de tensão, entre outros assuntos estudados. Tudo foi desenvolvido com bastante atenção para que o público alvo do MED, os professores e os nossos colegas, aprovasse nosso jogo.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Harmonia cromática

A Harmonia cromática, ou Harmonia das cores, é concebida hoje, sobretudo nos âmbitos artisticos, como o conjunto de técnicas que se aplica à criação de um colorido para conseguir certo equilíbrio na interação das cores que o compõem. Assim mesmo denomina-se assim ao efeito estético de acalma que esse equilíbrio produz no espectador. Costumam empregar-se também as designações harmonia da cor e harmonia do colorido.



Exemplos de sites com harmonia cromática.


O site da caixa apresenta claramente a harmonia entre os azuis claro e escuro, pois estas cores significam segurança e equilíbrio.



O site do World of Warcraft também apresenta equilíbrio no azul, mas há uma parte em amarelo que destaca o que é mais importante no site.

Comentário sobre o capítulo 9 do Design para quem não é designer

O texto fala sobre os diferentes tipos de fontes: serifa grossa, sem serifa, decorativo, antigo, moderno e manuscrito. E é muito importante saber os detalhes dos tipos, pois cada público se adequa de forma diferente para cada tipo de layout, e a escolha da fonte certa é necessária para o sucesso do profissional.

Fonte feita por mim

Minha fonte foi criada com o intuito de ser algo tecnológico voltada para os jovens.

Fontes

Escolhi as fontes Tahoma e Baskerville Old Face.
A fonte Tahoma é bastante conhecida, usada frequentemente na web, não possui serifa e torna o texto bem simples e confortável de ler.
A fonte Baskerville Old Face não é tão conhecida, parece com a fonte Times New Roman, possui serifa e é utilizada para textos formais.